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Casino do Luso em Obras. Recuperação em curso da dignidade perdida.
A Sociedade das Águas de Luso (SAL), após a substituição em telha, àcerca de uma ano, do telhado em fibrocimento do seu alpendre, está a dar continuidade às prometidas obras de manutenção, beneficiação e embelezamento do edifício do Casino. Estas obras constituem a concretização da promessa feita pela Administração da SAL à direcção da ADELB em diversas reuniões, tendo decorrido a primeira no decurso da administração do Dr. Barreiros Cardoso em 2003, que logo deu origem a uma pintura do mesmo, e a mais recente em 2006. Nesses encontros, sempre a ADELB manifestou a sua preocupação com o aspecto descuidado e triste que o edifício do Casino começava a apresentar tanto aos turistas como aos lusenses. E todos sabemos que o Casino, devido à sua localização e beleza arquitectónica, é uma espécie de “sala de recepção” dos turistas que nos procuram. Por isso, a Sal comprometeu-se a recuperar o aspecto estético do edifício em geral e, em especial, a substituir o telhado de “lusalite”, insalubre e inestético, por outro em telha cerâmica adequada. Estas obras agora em curso vêm antecipar a imposição esplanada na Directiva da Comissão Europeia (Directiva 1999/77/CE) relativa à proibição do uso de produtos similares ao utilizado no telhado do edifício do Casino, a qual deveria estar em vigor no ano de 2005 após a sua ratificação por Portugal que, como já é habitual, não foi ainda efectuada, sendo por esta e outras situações que Portugal vem correndo, sistemática e muitas vezes desnecessariamente, um sério risco de ser penalizado pela Comissão Europeia. O Casino antes 
O Casino em obras 
A ADELB publicita e louva a atenção que este assunto mereceu por parte da Administração da SAL, empresa fundamental para a nossa terra e continua a contar com esta entidade para que não saiam da sua agenda diária outros importantes assuntos que preocupam os lusenses e cuja resolução também depende dela, exclusivamente ou em parte substancial. A ADELB espera ainda que outras entidades públicas e privadas sigam este exemplo e corrijam situações idênticas (ou piores), provavelmente bem próximas de nós sem que a maioria se aperceba, cuja manutenção em nada as dignifica por tanto prejudicarem as populações em geral, e particularmente o Luso e as suas gentes.
2007.05.03 |