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Viveiros Florestais na Mealhada

Durante os finais de 2004 / início de 2005 e após vários encontros com os responsáveis públicos da Área das Florestas foi sendo abordado por diversas vezes o estado de abandono em que se encontravam os VIVEIROS FLORESTAIS NA MEALHADA, tendo-nos sido solicitado pela Sra. Engª. Lucília Mota do Núcleo Florestal do Centro em reunião nos serviços e mais tarde no próprio local em que esteve presente também, o Sr. Engº Rosmaninho, actual director daquele mesmo organismo, e que, segundo ela, acompanharia as nossas diligências no sentido de procurarmos limpar a selva ali existente através de parcerias que se pudessem arranjar já que de momento não tinham verba disponível para o efeito.

Foi assim por estes motivos que a ADELB foi envolvida e iniciou os contactos com vista à obtenção de apoios para a limpeza de tal espaço quer junto de entidades públicas quer privadas.

São exemplo desse abandono ainda hoje existente, as ilustrações seguintes que dispensam quaisquer comentários, falando por si próprias 

        

        

É com enorme orgulho que a ADELB comunica que, em 2005, foram recebidos os mais diversos apoios a título gratuito quer públicos, como por exemplo da Junta de Freguesia de Vacariça, com especial deferência ao seu presidente de grande visão cívica, Sr. José Rosas, e da Junta de Turismo de Luso e Buçaco, quer privados, designadamente, Sr. Mário Madeireiro, Caves Messias, Armindo Pereira Pais e Filhos.

Tanto o apoio público como o privado consistiu na disponibilização, efectiva por com execução prática, de equipamento e pessoal para o arranjo, desbaste e limpeza de espécies arbustivas selvagens que infestavam e denegriam tal espaço, o desbaste de árvores secas e em risco de queda, produção de estilha a partir das mesmas e transporte desta e dos resíduos restantes para fora daquele espaço.

Hoje já é possível reconhecer uma melhoria substancial de tal espaço, inclusive pelo apoio de satisfação manifestado pelos frequentadores do mesmo, apesar do muito que ainda há a fazer e para o qual continua a ADELB disponível e a contar com o apoio de todos. 

  

Áreas que antes eram impenetráveis hoje estão abertas       

 

 

 

 

Corte de árvores velhas, inúteis e perigosas para quem usufrui do espaço 

 

 

 

 

 

Corte de ramos inúteis que se estendiam para os caminhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outras áreas agora abertas quando antes estavam obstruídas

 

  

 

 

 

 

 

 

 

Em contrapartida lamenta a ADELB a falta de civismo revelada por quem conspurca o esforço de trabalho de limpeza gratuito realizado por muitos concidadãos seus como o demonstram as imagens seguintes e que se espera que não se repitam pois, originalidades e inovações destas são vulgaríssimas no nosso país, infelizmente, sendo reveladoras, no mínimo, de uma "altíssima" estatura moral que se dispensa facilmente. No futuro, a ADELB conta poder oferecer imagens neste site dos "ilustres" concidadãos protagonistas destes "elevados" actos de civismo pois também merecem ser conhecidos.

 

 

 

Este poço já estava aterrado e limpo antes deste despejo abusivo, efectuado por quem é destituído, seguramente, de quaisquer princípios e valores cívicos e de cidadania, e que só o negará fazendo remover todo este lixo, directa ou indirectamente 

Em consequência deste tipo de ocorrências, daqui se lança um apelo aos frequentadores mais assíduos deste espaço bem como aos habitantes próximos do mesmo para, duma forma corajosa, desempenharem também o seu papel social e cívico na defesa do mesmo, designadamente mediante a sua vigilância, pois não basta só criticar e, simultaneamente, assistir impávidos e serenos aos mais diversos abusos cometidos no mesmo local. Também nos compete a nós zelar pela nossa própria defesa, defendendo os espaços que nos rodeiam e alertando as autoridades para o que de ilegal ou errado vá acontecendo nos mesmos, fornecendo-lhes o máximo de informação possível, inclusive imagens sob qualquer formato, inibindo assim a sua eventual inércia.

 
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