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Via Sacra e Ermidas

Junto da Direcção Regional da Agricultura da Beira Litoral (DRABL), nas pessoas dos Srs. Engºs. Leonel Amorim e Lucília Mota, e Direcção da Circunscrição Florestal do Centro, na pessoa do Sr. Engº. António Gravato, através da troca de diversa correspondência, n/ofícios nºs 12, 20, 33 de 2004 e 18 de 2005, e de várias reuniões realizadas nas instalações dos respectivos serviços quer em Coimbra quer no Buçaco.

 

 

  Figuras Vandalizadas mas, há muito pior! 

 

Ermida de S. Elias em completa ruína

 

Junto da Direcção Regional da Agricultura da Beira Litoral (DRABL), nas pessoas dos Srs. Engºs. Leonel Amorim e Lucília Mota, e Direcção da Circunscrição Florestal do Centro, na pessoa do Sr. Engº. António Gravato, através da troca de diversa correspondência, n/ofícios nºs 12, 20, 33 de 2004 e 18 de 2005, e de várias reuniões realizadas nas instalações dos respectivos serviços quer em Coimbra quer no Buçaco.

Junto do Núcleo Florestal do Buçaco, na pessoa do Sr. Engº. Álvaro Santos, n/ofício nº 13, de 2004, quer formalmente quer presencialmente, tendo o mesmo comunicado oficialmente a sua disponibilidade para apoiar o projecto.

Junto do lusense, Sr. Engº. José Ernesto Aguiar, a quem a ADELB renova os seus agradecimentos, obtivemos a sua melhor colaboração a título gratuito não só na sua disponibilidade demonstrada em nos acompanhar na observação e recolha das necessidades de restauro nos referidos imóveis como também, e muito especialmente, na elaboração do projecto-orçamento que a ADELB viria a colocar à apreciação da DRABL.

Junto da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, n/ofício nº 14, de 2004, a qual comunicou oficialmente a sua disponibilidade para apoiar o projecto. Até próximo das eleições legislativas realizadas em Fevereiro de 2005 tínhamos já obtido uma enorme abertura quanto a uma cooperação institucional, reforçada através da apresentação pela ADELB do anteriormente referido projecto-orçamento no valor de cerca de 100.000,00 € que se encontrava em apreciação e cujo sentido das informações oficiais recolhidas sobre o mesmo apontavam já para a sua aprovação. Posteriormente àquelas eleições e devido às alterações de designações de organismos, pessoas e cargos já habituais nestas situações mas não recomendáveis para o bem do país, tivemos que reiniciar o processo através de reuniões com os actuais responsáveis e apresentação de novo do projecto já referido o qual se encontra actualmente na fase de apreciação.

Em substância, este projecto-orçamento consiste, em linhas gerais, no seguinte:

- Unicamente beneficiações externas, designadamente, limpeza e reparação de telhados e clarabóias, remoção de musgos e herbáceas das paredes das capelas, reparação do sistema de drenagem de águas pluviais, reposição de pedrinhas dos embrechados, limpeza dos terrenos adjacentes, pintura de portas, estando excluída qualquer intervenção sobre as obras de arte as quais requerem uma intervenção muito especializada e urgentíssima pelas devidas entidades tutelares;

- Estas referidas intervenções incidiriam apenas sobre as Capelas dos Passos da Paixão números 7 a 20, actualmente utilizados na Via Sacra, designados por:

- 07: Passo do Pretório;

- 08: Passo da Cruz às Costas;

- 09: Passo da Primeira Queda;

- 10: Passo do Encontro com a Virgem;

- 11: Passo do Cireneu;

- 12: Passo da Verónica;

- 13: Passo da Segunda Queda;

- 14: Passo das Filhas de Jerusalém;

- 15: Passo da Terceira Queda;

- 16: Passo em que Despojam Cristo das Suas Vestes;

- 17: Passo em que pregaram Jesus na Cruz;

- 18: Passo /Ermida do Calvário;

- 19: Passo do Descimento da Cruz;

- 20: Passo do Sepulcro;

Bem como em algumas ermidas, integradas no mesmo conjunto patrimonial, concretamente:

- Ermida de S. José;

- Ermida do Sepulcro;

- Ermida de S. João Batista.

 

A título ilustrativo, elencam-se a seguir algumas imagens que exemplificam o degradante estado de abandono a que as referidas obras de arte se encontram votadas, 

            

 

 

 

 

 

                        

 

 

 

 

Para além das Decapitações, Faces Desfiguradas e outras destruições do mesmo tipo, as esculturas são ainda invadidas, face à humidade da zona e à chuva que entra pelas rupturas nos telhados das respectivas capelas, por espécies vegetais parasitas (musgos) que se vão alimentando do próprio material com que foram elaboradas até à sua completa destruição.

 

  

                                                                                         
Furto de azulejos e degradação de figuras e, óbviamente, o vandalismo desbragado e impune que se tem vivido nos últimos anos mas que, felizmente, tem suscitado, vincadamente e duma forma acentuadamente crescente, uma atitude condenatória e participativa da sociedade civil
                                                                                                     
 
                                                                     Ameias destruídas na Ermida do Calvário
 
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