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Água - SAL vai para a Vacariça criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

Realização de troca de correspondência, designadamente os n/ofícios nºs 23, de 2004, 10 e 13 de 2005, e de diversas reuniões com o Conselho de Administração da Sociedade da Água do Luso, SA (SAL), tendo em vista a troca de ideias sobre o funcionamento das termas, Projecto Luso 2007, falta de água na Fonte de S. João e no abastecimento doméstico bem como ainda sobre uma intervenção diferentemente positiva por parte da SAL junto das entidades públicas responsáveis sobre aqueles mesmos factos e na preservação e manutenção da Serra do Buçaco, em especial da Mata do Buçaco.

Por um lado, no que concerne ao “Projecto - Luso 2007” que incluiria a construção dum SPA no espaço ocupado pelo antigo edifício e logradouro dos serviços administrativos,

 

  

 

Antigos escritórios da SAL na área onde nasceria o prometido “SPA”

 

 

 

 

 

e de algo similar a um condomínio de alto luxo destinado à terceira idade na área ocupada pela unidade industrial de engarrafamento,

Unidade de engarrafamento da SAL

solicitou a ADELB informações sobre o facto de não se vislumbrar quaisquer actividades que levassem à concretização de tal projecto, após já ter decorrido longo tempo após a comemoração dos 150 anos da Água de Luso (2003) e da simultânea apresentação daquele projecto a concretizar como apoio minimizador dos efeitos negativos provenientes da deslocalização da SAL, do Luso para a Vacariça.

 

                               Quanto à Fonte de S. João

 

 

 

 

 

 

 

 

e ao abastecimento doméstico, defendeu a ADELB que, em sua opinião e face a comprovativos científicos que possui, o aumento do caudal de água explorado é susceptível de ter forte influência na redução e mesmo extinção da água na Fonte de S. João e consequentemente, no abastecimento doméstico da mesma às populações já que os respectivos depósitos distribuidores são cheios com água proveniente da mesma fonte.

Por outro, manifestou a ADELB a sua opinião de que a SAL, face à sua qualidade de entidade exploradora das termas e do recurso natural água, deveria também ter uma diferente abordagem quanto ao seu apoio na preservação, manutenção e qualificação da Serra do Buçaco - Mata do Buçaco, designadamente ao nível da vigilância, reflorestação, etc., o que aliás não seria original em situações similares mas é inexistente no caso do Buçaco.

Por seu lado, a SAL, quanto à primeira situação, informou que a demora na realização das obras prometidas - “Projecto - Luso 2007” – residia nas dificuldades surgidas em encontrar parceiros económicos para o efeito, sendo previsível que 2007 estará apenas ligado à designação do projecto e não a qualquer inauguração das já referidas benfeitorias; no que respeita à segunda, manifestou discordar por desconhecer tais comprovativos, mantendo contudo a sua disponibilidade para debate sobre os mesmos, o que ficou para reunião a realizar em momento mais oportuno; relativamente à terceira, prontificou-se a SAL a disponibilizar água no caso de vir a verificar-se alguma situação de necessidade excepcional.

Quanto á alteração no seu posicionamento quanto à preservação e manutenção da Serra do Buçaco, em especial da Mata do Buçaco, manifestou a sua total abertura para apoiar ideias ou projectos que sejam apresentados pela ADELB, com os mesmos fins.

Foram também realizados contactos com a Câmara Municipal de Mealhada (CMM) na pessoa do Sr. Presidente da Câmara quer quanto à falta de água na freguesia de Luso quer quanto à falta da mesma na Fonte de S. João, o qual se comprometeu a estar atento à situação.

Posteriormente aos nossos contactos quer com a SAL quer com a CMM verificou-se a disponibilização pela SAL, para as necessidades sentidas pelos responsáveis autárquicos, dum depósito, com capacidade para 70.000 litros de água que possuíam de reserva, como aliás foi também divulgado pela imprensa (em Agosto de 2005) e tal como se comprometera anteriormente com a ADELB.

 
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